Repositório

Qualidade em ambientes b-learning: Dimensões, critérios e aproximações pedagógicas

A combinação entre a crescente oferta de soluções educativas mediadas pelas tecnologias web e a pressão social e política para as adotar acarreta novas exigências e desafios relativamente às ofertas proporcionadas, exigindo uma maior flexibilidade, proatividade e capacidade para acompanhar as mudanças e as características voláteis do seu público-alvo. Para uma integração eficiente, é fundamental avaliar as necessidades de tomada de decisão, de transformações organizacionais e de comportamento individual. O sucesso da aprendizagem mediada pela tecnologia depende fortemente da combinação harmoniosa do uso correto das tecnologias com as pedagogias mais eficientes, permitindo a implementação de oportunidades de ensino aprendizagem inovadoras, autênticas e diversificadas, requerendo a necessidade de se trabalhar a três níveis genéricos – institucional, técnico/tecnológico e pedagógico. O nível institucional inclui aspetos relacionados com a gestão (interna e com parcerias externas) e ética bem como o apoio
dado ao projeto pela instituição. Sem o apoio claro da gestão de topo da instituição, é difícil conseguir ter sucesso num projeto de b-learning e alcançar toda a organização. Tal significa que qualquer avaliação de um serviço de b-learning deve considerar o ambiente institucional e técnico/tecnológico, para além da componente pedagógica. A qualidade destas dimensões vai refletir-se no sucesso obtido.
O artigo descreve os principais elementos a considerar no sentido de garantir a qualidade de um sistema de e/b-learning.

Ano: 2014
Autor(es): Paula Peres, Luís Lima, Vanda Lima
Quem é quem

António Vilela

Director Geral da ED-ROM – Produção de Conteúdos Multimédia desde 2002, empresa Moodle Partner em Portugal, vocacionada para a produção de conteúdos multimédia para a área do e-learning. Responsável pela implementação de Plataforma de ensino on-line em diversos clientes da ed-rom como o Instituto de Meteorologia, o INDEG/ISCTE, o Instituto de Formação Bancária de Moçambique, o Ministério dos Negócios Estrangeiros, o Instituto de Meteorologia, entre outros. A paixão pelo e-learning começou em 1997, com a sua grande participação o projeto de sensibilização para a Engenharia Financeira promovido pelo IAPMEI e consubstanciou-se no ano 2000, sendo responsável pela implementação de um curso de pós-graduação em Finanças totalmente online no CEMAF/ISCTE, ficando assim para sempre associado a estas iniciativas pioneiras de e-learning em Portugal. Movido pela crença que era possível fazer e-learning de qualidade, por um custo aceitável, e que a qualidade não se mede pela quantidade de botões, imagens, vídeos e animações, mas sim pela capacidade de motivar os alunos, pela eficácia pedagógica e pelos resultados de aprendizagem obtidos, quando foi confrontado com o projeto Moodle, teve um caso de amor à primeira vista. Em 2006 fechou finalmente o acordo de parceria com o Moodle tornando a ED-ROM na única empresa Moodle Partner em Portugal.

Categorias: Consultor, Formador, Professor
Entidade: ED-ROM – Produção de Conteúdos Multimédia
Quem é quem

Leonor Rocha

Professora/formadora e consultora nas áreas da educação e formação profissional, com trabalhos desenvolvidos nas áreas do e-Learning, Aprendizagem ao Longo da Vida/Formação de Adultos, Abordagem por Competências, entre outras.

Colabora com inúmeras entidades públicas e privadas, em Portugal e PALOP.

Categorias: Consultor, Formador, Perito
Quem é quem

Ana Dias

Gestora do Centro e-learning da TecMinho/Gabinete de Formação Contínua da Universidade do Minho. Coordena uma equipa de técnicos e e-formadores que implementam cursos e-learning in-campus (na UMinho e IES) e off-campus (instituições nacionais e internacionais). Tem experiência como docente do ensino superior presencial e e-learning, é formadora e consultora.

Categorias: Consultor, Formador, Perito
Entidade: TecMinho
Projeto

TARGET

Os objetivos do projeto TARGET foram pesquisar, analisar e desenvolver um novo género de ambiente de Technology Enhanced Learning (TEL) que apoia o desenvolvimento rápido de competências dos indivíduos, nomeadamente trabalhadores do conhecimento nos domínios de living labs (inovação) e gestão de projetos. O projeto visou disponibilizar um novo ambiente de aprendizagem aos indivíduos e às empresas que seja mais eficaz do que existe atualmente. O ambiente TARGET está concebido como um processo de aprendizagem complexo na plataforma, que consiste num conjunto de ferramentas e serviços avançados e inovadores. O formando/aluno é presenteado com situações complexas em forma de cenários de jogos: interagindo com os resultados do jogo em experiências enriquecidas que gradualmente representam aquisição de conhecimento.

Projeto colaborativo cofinanciado pela Comissão Europeia ao abrigo do 7FP.

Entidade parceira portuguesa: INESC ID.

Data: 2009 - 2011
Promotor: Sintef
Projeto

LECH-e – Lived Experience of Climate Change: interdisciplinary e-module development and virtual mobility

O projeto “A Experiência vivenciada da alteração climática: desenvolvimento de e-módulo interdisciplinar e mobilidade virtual (LECH-e)” desenhou um conjunto de módulos de ensino inovadores e desenvolveu também um espaço virtual de aprendizagem aberto, que promove a criação de uma comunidade europeia de académicos, estudantes e cidadãos, os quais têm vindo a contribuir, coletivamente e de forma relevante, para a década das Nações Unidas sobre Educação para o Desenvolvimento Sustentável.Este projeto dirige-se à promoção da participação alargada dos cidadãos na discussão das questões associadas à mudança climática, visando contribuir pela aprendizagem ao longo da vida para uma cidadania Europeia informada e ativa na definição da política europeia neste domínio. Centrando-se nas experiências vivenciadas das mudanças climáticas de como os indivíduos, as comunidades e as organizações enquadram e respondem aos impactos locais, o projeto visa complementar outros trabalhos nesta área.

Projeto financiado com o apoio da Comissão Europeia no âmbito do programa Erasmus.

Entidade parceira portuguesa: Universidade Aberta.

Data: 2009 - 2012
Promotor: The Open University
Projeto

OportUnidad

O objetivo geral do projeto é contribuir para reforçar e sustentar um espaço comum de ensino superior entre a União Europeia e a América Latina, através de uma abordagem de base, com o aumento do uso de práticas e recursos educacionais abertas (PEA e REA). A iniciativa também abre a possibilidade de fornecer gratuitamente recursos educacionais para a autoaprendizagem, em termos de aprendizagem informal e aprendizagem ao longo da vida.

Cofinanciado com o apoio da Comissão Europeia no âmbito do programa EuropeAid ALFA III.

Entidade parceira de Portugal: Universidade de Lisboa

Data: 2012 - 2014
Promotor: Università degli Studi Giuglielmo Marconi
Projeto

IMPLEMENT

O objetivo do projeto consistiu em apoiar as instituições de ensino superior a tornarem-se verdadeiras Universidades de Aprendizagem ao Longo da Vida – divulgar e explorar os resultados altamente elogiados do projeto BeFlex Plus. O valor obtido por este projeto foi adicionado ao material pedagógico existente, adaptando-os às necessidades nacionais, bem como através do desenvolvimento de uma versão online para fornecer uma solução sustentável e dinâmica para a exploração, a longo prazo, dos recursos de aprendizagem e exemplos de melhores práticas.

Projeto financiado pela Comissão Europeia no âmbito do programa de Aprendizagem ao Longo da Vida.

Entidade parceira de Portugal: TecMinho

Data: 2011 - 2012
Promotor: EUCEN
Repositório

E-learning e educação on-line : contributos para os princípios de Bolonha

Pretende-se, neste artigo, refletir sobre o potencial do e-learning e da educação online na implementação de práticas pedagógicas que permitam operacionalizar e maximizar alguns dos princípios associados ao processo de Bolonha, nomeadamente no desenvolvimento de práticas que estimulem hábitos e concretizem oportunidades reais de aprendizagem ao longo da vida, na promoção de uma efetiva dimensão europeia do ensino superior e no alargamento do conceito de mobilidade de estudantes e professores, aspetos valorizados e preconizados pela Declaração de Bolonha.

Ano: 2006
Autor(es): Maria João Gomes